
Creio que a grande diferença entre nós (animais) e as plantas é a capacidade de ir.
Alguns partem voando, outros partem marchando lentamente.
Desde o estouro de uma manada até uma migração de aves, todos os seres vivos, dotados de locomoção, não escapam à sina desse pequeno e doloroso verbo: ir.
Desde que nascemos, passamos a vida inteira indo, indo, indo... e vendo os outros irem também.
Viver é um caminho sem volta.
Acho que a morte seja a última estação dessa linha férrea.
Imagino que o paraíso deve se parecer com algo como a casa da avó no dia das mães. Cheia de gente, uma falação desenfreada na hora do almoço e, de tarde, todos descansam na varanda olhando a paisagem sem saber das horas.
Acho que a morte seja a última estação dessa linha férrea.
Imagino que o paraíso deve se parecer com algo como a casa da avó no dia das mães. Cheia de gente, uma falação desenfreada na hora do almoço e, de tarde, todos descansam na varanda olhando a paisagem sem saber das horas.
O Paraíso é um lugar pra FICAR!

3 comentários:
Putz! Até parece! rsrss...
Mas valeu!
a linha ferrea indica o caminho de volta e no ato de ir na vida ou com a vida, vamos e não temos como encontrar o trajeto de volta, não há como voltar então a opção que nos sobra é ir...
me perdoe a intromição....
Olá "anônimo"!
Concordo com você. Mesmo pensando se realmente a vida não volta.
Quanto à intromissão, fique à vontade!
(Mas saia sem bater...)
Um abraço.
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